Homem, de Campinas/SP, 48 anos. Markus é o fake virtual de um cidadão internauta que transfere para o Blog suas impressões e visões estarrecedoras do mundo moderno, assim como também de suas suavidades. Afinal de contas, ninguém é de ferro. Markus escreve quando tem vontade pra enxaguar a alma ou quando a raiva combinada com a ironia afloram em rompantes de criatividade. Não espere regularidade temporal nem que os textos sejam lineares…
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Assim seja
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Carnaval, o balanço
O fato curioso deste feriadão ocorreu em Indaiatuba, quando estávamos no Parque Ecolocógico tomando umas doses de uisque com guaraná, aproveitando o vento da noite quente quando do outro lado do parque estourou uma briga... ficamos dalí observando o quebra quebra de nossa distância segura, e como era distante mesmo, a PM chegou, nem demos atenção, pois a conversa estava mais agradável. De repente olhei e observei um homem correndo pelo parque em nossa direção... passou por nós e disse : " voces não me viram"...e sentou-se no banco ao lado... o grupo lá de baixo subiu e aos poucos foi se aproximando junto com a polícia em busca do meliante, enquanto eu mordia a beirada do copo por antever que eu me encontrava no epicentro do próximo estágio da briga.. Dito e feito.. longos minutos depois enquanto as pessoas procuravam o cara, finalmente alguém gritou... Olha ele alí!!!!! exatamente ao nosso lado... chegaram os seguranças do bar e o chefão meteu-lhe "o tapa" na cara... choveram seguranças, polícia e a turma do deixa-disso numa muvuca incrível.... e nós alí, tentando passar desapercebidos. A frase de efeito veio de meu amigo quando nos levantamos pra afastar da quebradeira.... "pega o Uisque" que jazia praticamente esquecido na grama lançando olhares suplicantes pedindo nossa ajuda... Agarrei o pobre Uisque, o isopor com o gelo e o refrigerante e nos alocamos dois bancos de distancia pra apreciar o espetáculo de derramamento de testosterona, e dalí, ficamos com os copos nas mãos em relativa segurança até o fim do barraco, quando enfiaram o cidadão dentro da viatura e seguiram pra delegacia mais próxima.... Sim saímos dalí, mas somente quando o Uisque acabou de vez, falecendo em doce agonia sendo sorvido aos poucos e com gelo; fomos em busca do posto de gasolina mais próximo em busca de algo mais pra manter a calibragem. É, foi um carnaval dentro das expectativas. Calmo, caliente e movimentado. Noite encerrada ao tom do vinho tinto gelado na praça central em plena madrugada, fazendo o pulso bater em suave compasso digno de qualquer ritmista da Marquês de Sapucaí, com a vantagem de que em 10 minutos eu estava na minha cama, embalado pelo sono....
Negócio complicado esse de carnaval....ou ama-se ou odeia-se.... não consegui me definir a este respeito. Pelo menos aprecio o feriado prolongado e a chance de assistir as escolas do Rio pela TV. A propósito... Viradouro na cabeça!
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Xô tristeza!
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Calvin e a dor no espírito

Agora, em fase de avaliação sobre as ações do passado, o resultado continua negativo. Existem coisas na vida que a gente jamais supera, mas que acabamos contornando de alguma maneira mais ou menos paliativa. De certa forma a dor traz também seus benefícios implícitos e nem sempre acho válido evitá-la, pois entendí agora que é uma das melhores maneiras de fixação de aprendizado que existe. Não se trata de auto-flagelação, mas talvez de uma maneira menos confortável de entender que os resultados de nossas ações estão interligados de muitas maneiras, e que doer vai fazer evitar a repetição de erros no futuro. Estamos em constante mudança, nos adaptando a este mundo doido que nos trucida um pouco a cada dia, para que a cada manhã, sejamos novos, diferentes e mais resistentes. Eu que me julgava escolado o suficiente, fui recolocado à minha posição de reles mortal, de humano cretino e torpe, justamente eu, que sempre fui tão eloquente ao me referir sobre o quanto o ser humano pode vir a ser torpe. Na qualidade de humano, sou torpe igual, e foi bom me sentir de volta às origens, pra que certa dose de humildade pudesse ser restabelecida e que me recordasse de buscar em tornar alguém melhor sempre. Isso é parte indefectível do amadurecimento e crescimento pessoal.
Benvindo à condição de ser humano de novo.
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Mudaram as estações
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente
Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre sem saber que pra sempre sempre acaba
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem
Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar, agora tanto faz...
Estamos indo de volta pra casa...
Pena de morte

quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Feliz Aniversário Markus

É.... aniversário de novo..... será que não dá pra gente pular essa parte todo ano? Infelizmente creio que não.
O pior de tudo é ter um baita esquema na cabeça, quando eu realmente estava no clima pra comemorar em alto estilo, com alegria de verdade com todos por quem eu tenho carinho, como eu nunca tinha feito antes, tava disposto a estar feliz e fazer a diferença neste dia, deixando todo mundo de quem gosto feliz junto comigio nesta semana.... Não deu certo... não deu nada certo.
Junto com o "nada certo", veio uma onda de tristeza sem precedentes que não pude segurar, que jogou por água abaixo toda a expectativa da programação da felicidade agendada... estranho como um "momento feliz agendado" pode fazer tanta diferença. Principalmente quando o agendamento não se concretiza e se transforma num pesadelo. Curiosamente o que tinha toda a programação pra ser um dos melhores momentos, se transformou exatamente no oposto, um dos momentos mais tristes que já experimentei em vida, principalmente quando todo mundo espera que justamente neste dia, voce esteja muito feliz, pois é seu dia... não tive o dia, não tive nada... o que tive foi todo o oposto que se espera num dia de aniversário.
Celular tocou muito cedo me "autorizando" a reversão do quadro, tentando me fazer feliz, mas infelizmente já era tarde demais pra que qualquer coisa fosse feita, pois depois da ação, tem sempre a reação. Simplesmente não tive força nem vontade de aceitar as migalhas e continuar me maltratando. Tenho visto muito isso ultimamente, os resultados da ações que se tornam consequências que nem todo mundo aprecia, e depois, ninguem aceita os resultados.... me remeteu de imediato á uma história chinesa que diz algo sobre plumas espalhadas ao vento, que jamais poderão ser recolhidas novamente... as ações tem sido assim, impossíveis de serem recuperadas, cujas marcas permanecem pra sempre.
Me sinto triste é óbvio, pesaroso e de certa forma, injustiçado, sentindo falta da alegria que resolveu me abandonar no dia de hoje. Sei que é errado pensar assim, mas como se consegue evitar? Não creio que seja viável. Vou pra academia como faço todos os dias e transformar a mágoa em energia, depois talvez tomar uma overdose de suco de maracujá pra dormir cedo e encerrar a fase. Bem que eu dizia desde o começo da programação.. eu não deveria estar aqui hoje.
Em tempo: Martírio e auto-flagelação dizem que faz um bem danado.
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Ode da infelicidade
Felicidade sim....
Musica escrota, mas que neste momento diz muito ....
Talvez seja um excelente momento para reflexão.
Algumas latas de cerveja podem ajudar... ou não?
A Felicidade
Vinicius de Moraes/Tom Jobim
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta feira
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite
Passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Prá que ela acorde alegre como o dia
Oferecendo beijos de amor
Tristeza não tem fim Felicidade sim
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Canetas... uma fobia
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Armas e favelas
terça-feira, janeiro 30, 2007
Privacidade
Novamente a ausência da privacidade.
Continuo achando que a maior solidão é aquela entre uma multidão de estranhos, mas quando a multidão não é mais unicamente composta por uma legião de estranhos, o teor de verdade passa a ser editado. Não se trata de muita ficção, mas a verdade mascarada não é mais a mesma. Os sentimentos também não são mais os mesmo que são deslocados para as palavras. É a ficção imitando a arte.
Ter ou não ter namorado
Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil.
Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche da padaria ou drible no trabalho.
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.
Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.
Não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor.
Não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.
Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.
Artur da Távola
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Final

Último dia, já começou errado.... café da manhã, volta pra cama, dorme mais um pouco, acorda assustado. Faltam 10 minutos pra sair do quarto....banho apressado, tudo socado dentro da bolsa, esquece o shampoo no banheiro, pede o fechamento, desce, paga enquanto o funcionário pede 10% de caixinha, que não paguei, of course... Qual era o plano mesmo? Eita, almoço em Vicente de Carvalho de novo, e lá vamos sob o sol escaldante pelo metrô direto ao subúrbio... almoço, lasanha gorda, risos, louças lavadas, olhares cruzados de novo desta vez em 3 tempos simultâneos, roupas pelo tapete e o relógio gritando... faltava pouco tempo para o vôo de retorno... Tudo encerrado da mesma maneira como começou, rápido demais... Correria de carro, será que temos carona? Não temos, o ônibus a ser tomado pro aeroporto do Galeão é aquele... Embarcamos, ônibus serpenteia pela Penha enquanto eu lançava olhares agonizantes pra cobradora... Pedi um taxi, ela disse ser impossível naquele momento... tive de esperar... Avenida Brasil, salto do onibus, assombrado, olho pelos lados, nada que lembre um taxi ou alguem que pudesse ajudar na comunidade daquela favela... Informações desencontradas e a unica coisa que restou foi correr pela avenida sinalizando aos taxis que passavam e não paravam. Finalmente, depois de longos metros e minutos, um taxi amarelo chegou-se, e quando eu disse "Voa pro aeroporto" o cara entendeu direitinho, e literalmente voou baixo pra Ilha do Governador... cheguei ao aeroporto e a entrada foi digna de um filme, correndo com passagem na mão....era tarde, o avião partia naquele momento, tive de remarcar.... Quase surtei na fila esperando o atendimento da GOL, e 498 reais depois lá estavamos de volta ao rol dos passageiros que esperavam um avião que decolaria as 20:30h pra Campinas... Muita água, café e cigarro depois, quando tudo se acalmou, check in foi feito com uma hora de antecedência e liberados para a sala de embarque....Havia muita coisa confusa na cabeça ainda a respeito dos últimos acontecimentos, mas a poltrona trouxe um conforto silencioso inesperado para as costas até quando, faltando 15 minutos para o embarque, foi avisado no alto falante que o vôo estava suspenso.... minha decepção não teve limites, até quando finalmente, mais de 2 horas depois, estávamos no avião decolando....muita turbulência depois, numa noite estupenda que revelou-se depois das nuvens, e numa grande mancha iluminada do horizonte que se transformou em Campinas, com tentáculos luminosos estendendo-se em todas as direções e sinalizando algo que nao tinha caído minha ficha ainda.....Rodas na pista abruptamente, reversão dos motores, sensação de tudo acabado... o aeroporto pareceu mais frio que o habitual, justo agora que eu ja estava acostumado ao mormaço carioca. Taxi, era muito tarde, casa, rotina recomeçada e uma pilha gigantesca de roupas por lavar.
Meio

Segundo dia, voce se sente seguro do local onde está e não é mais mais um completo idiota perdido. Pelo menos o metrô voce já sabe usar.... manhã perdida recompondo as energias da noite anterior depois de um baita cafe da manhã colonial.. unica forma de adquirir calorias de forma barata e muito saudável por aqueles lados.... depois de uma manhã extra dormida, qual o plano? Praia não dava, pele muito queimada de um lado só e sem chance de mais exposição... vamos a Niterói explorar e achar o Museu? Sim, mas como? De metrô e pelas barcas, é claro....
Vespera

quinta-feira, janeiro 25, 2007
Ética da Magia
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Cobertor de estrelas
quinta-feira, janeiro 18, 2007
Leo

Trabalhar realmente nao é um negócio muito fácil, e creio que muitas veses o trabalho requer muito mais paciência do que aptidão física , inteligencia ou conhecido adquirido. Tem dias que é realmente um porre, e parafraseando um jargão muito popular, é como matar um leopardo ao dia.. Leopardo? Sim, a foto é de um leopardo em pleno ataque, mas eu nao tinha uma foto de leão. Valeu a idéia.
Amanhã vou ao Rio de Janeiro, tudo certo, avião certo, hotel certo, agenda certa e o sol não tá certo! As chuvas voltaram e hoje choveu adoidado. Acho que eu deveria ter comprado uma passagem de barco.... prometo voltar breve com novidades cariocas, isso é, se os controladores de vôo do Cindacta não causarem alguma comoção nos proximos dias....
Boa chuva a todos...
quarta-feira, janeiro 17, 2007
Fase de academia

Voltei pra fase de academia depois de um longo e tenebroso inverno. As dores vieram junto, mas a sensação de prazer proporcionada pelo exercício fisico acho muito interessante. Esse negócio de viver numa cidade grande e ficar malhando numa academia, é no mínimo estranho.... Mas tudo bem, tudo pelo corpão e pelos músculos em dia.
Alguns aspectos hilários do dia-a-dia de uma academia tem suas compensações.... a academia fica numa esquina movimentada de Campinas. A parte de aparelhos aeróbicos fica praticamente na calçada, separada apenas pelas grades. Ou seja, quando estou lá me divertindo por 30 minutos na esteira, fico fazendo parte de nossa vitrine viva. O povão que passa pela rua andando ou nos carros que param no semáforo fechado, ficam nos olhando. Hoje prestei mais atenção nisso, e enquanto tava suando e me esforçando, passei a observar que as pessoas quando nos veem, tendem a murchar a barriga, empinar o peito e fazer uma pose mais atlética, tipo assim, "estou bem, não preciso me esforçar como esses caras aí". Outros nos olham com cobiça, pensando "queria ter a disposição desse pessoal que fica malhando aí".. juro que eu quase pude ouvir esses pensamentos todos dos passantes... o ápice da tarde foi um trio de garotas que nos olhavam do outro lado da esquina, e uma dela mandou um beijo escondido para que as amigas não vissem. Como eu estava com outras tres garotas nas esteiras vizinhas, o beijo supostamente foi pra mim... resultado: caímos todos na gargalhada, e em meio ao rubor e risos, encerrei minha caminhada de 3,5 km onde queimei apenas 200 calorias... fiquei lembrando que meu almoço teve no mínimo 900 calorias e fiquei decepcionado. Resolvi me dedicar ao supino invertido e me resignar aos 80 quilos do legpress....
